ficha técnica     48 páginas // 17 x 24 cm // offset 150g/m2 // luva impressa em serigrafia, 3 x 0, sobre papel color plus saara 180g/m2 // 2018 // tiragem de 1000 unidades

Um amálgama de senso histórico com cultura popular, limitações técnicas com inventividade e, principalmente, imagem com texto: na obra, cada personagem tem seu próprio rosto — o rosto do ator que o interpreta — e sua própria voz — o desenho da fonte tipográfica que imprime suas falas. Mas qual é mesmo a função de cada linguagem? Com elegância e sutileza, Massin borra as fronteiras com as quais nos habituamos a dividi-las e, embaralhando papéis, misturando recursos e linguagens diversas — foto, tipografia e design da pagina; cinema e quadrinhos —, cria uma obra pra lá de original.

Vertida para o inglês em edições norte-americana (The Bald Soprano, Grove Press/1965) e britânica (The Bald Prima Donna, Calder and Boyars/ 1966), A Cantora Careca de Massin tem, neste livro, pela primeira vez algumas de suas páginas traduzidas para o português.

 

Em 1964, o artista gráfico francês 
Robert Massin publicou sua radical 
versão gráfica de La Cantatrice Chauve 
— A Cantora Careca —, célebre peça 
do dramaturgo romeno Eugène Ionesco.

compre

leia o começo do livro

'A cantora careca de Massin': uma (re) leitura gráfica

O 'Nexo' publica trecho do livro de Gustavo Piqueira. A ‘cantora careca’, na verdade, é da peça do romeno Eugène Ionesco,

Nexo Jornal, agosto de 2018.

Em 1964, o artista gráfico francês 
Robert Massin publicou sua radical 
versão gráfica de La Cantatrice Chauve 
— A Cantora Careca —, célebre peça 
do dramaturgo romeno Eugène Ionesco.